Sábado, 14/02/2026, revi esse filme, que trata da vida de dois operadores do direito. O pai, um juiz veterano e reconhecido em sua pequena comunidade, e o filho, um advogado de sucesso da cidade grande. Entre ambos um abismo cheio de mágoas antigas que, pelo perfil psicológico de ambos, de improvável solução e convivência.
O veterano e icônico Robert Duvall, de tantas performances inesquecíveis, como Tender Mercies em "A força do carinho" (Oscar), ou em Apocalypse Now, no papel do indômito e excêntrico Tenente-Coronel Bill Kilgore. E Robert Downey Jr. de quem não gosto, porque parece não conseguir descolar do papel do Homem de ferro (Tony Stark), com seu estilo irônico e de olhar distante, como Hank Palmer, o filho advogado, que retorna à cidade natal para o velório da mãe.
Concomitantemente, seu pai está sendo acusado de ter assassinado um antigo réu, condenado por ele, que acabou de sair da prisão após cumprir 20 anos na cadeia. Apesar das recusas do pai, Hank toma para si o caso. As páginas tantas do processo, Hank descobre que o pai está com câncer terminal e já com Alzheimer.
É um bom filme, onde ambos compõe uma bem feita "batalha" afetiva, com cenas de alta sensibilidade, e com show do veterano ator.
Domingo, 15/02/2026, o mundo se despediu do icônico Robert Duvall, aos 95 anos.

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